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"Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, Depende de quando e como você me vê passar." (Clarice Lispector)

sábado, 18 de agosto de 2012

Jabuticabeira

Um velho estava cuidando de uma planta com todo o carinho que tinha acabado de plantar.
E um jovem aproximou-se dele e perguntou:
- Que planta é esta que o senhor está cuidando?
- Ah! Uma jabuticabeira! Respondeu o velho.
- E ela demora quanto tempo para dar frutos?
- Pelo menos uns quinze anos! Informou o velho.
- E o senhor espera viver tanto tempo assim? Indagou ironicamente o rapaz.
- Não, não creio que eu viva mais tempo, pois já estou no fim da minha jornada.
- Então, que vantagem o Senhor leva com isso, meu velho?
- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticaba, se todos pensassem como você.
Quanta sabedoria não é mesmo? Não importa se teremos tempo suficiente para ver mudanças nas coisas, ou nas pessoas pelas quais trabalhamos e desejamos, mas sim que façamos a nossa parte SEMPRE, de modo que tudo se transforme a seu tempo. Comece por você a mudança que tanto deseja, será um lindo e grande começo, não acha?!­ ­ (Autor desconhecido)

sábado, 4 de agosto de 2012

Sorriso :)

Estes são meus! Quais são os seus?



Sorriso, diz-me aqui o dicionário, é o ato de sorrir. E sorrir é rir sem fazer ruído e executando contração muscular da boca e dos olhos.

O sorriso, meus amigos, é muito mais do que estas pobres definições, e eu pasmo ao imaginar o autor do dicionário no ato de escrever o seu verbete, assim a frio, como se nunca tivesse sorrido na vida. Por aqui se vê até que ponto o que as pessoas fazem pode diferir do que dizem. Caio em completo devaneio e ponho-me a sonhar um dicionário
que desse precisamente, exatamente, o sentido das palavras e transformasse em fio-de-prumo a rede em que, na prática de todos os dias, elas nos envolvem.

Não há dois sorrisos iguais. Temos o sorriso de troça, o sorriso superior e o seu contrário humilde, o de ternura, o de cepticismo, o amargo e o irónico, o sorriso de esperança, o de condescendência, o deslumbrado, o de embaraço, e (por que não?) o de quem morre. E há muitos mais. Mas nenhum deles é o Sorriso.

O Sorriso (este, com maiúsculas) vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contrações musculares e não cabe numa definição de dicionário. Principia por um leve mover de rosto, às vezes hesitante, por um frémito interior que nasce nas mais secretas camadas do ser. Se move músculos é porque não tem outra maneira de exprimir-se. Mas não terá? Não conhecemos nós sorrisos que são rápidos clarões, como esse brilho súbito e inexplicável que soltam os peixes nas águas fundas? Quando a luz do sol passa sobre os campos ao sabor do vento e da nuvem, que foi que na terra se moveu? E, contudo era um sorriso. 

 
AUTOR: JOSÉ SARAMAGO.


"Não preciso me drogar pra ser um gênio; não preciso ser um gênio para ser humano; mas preciso do Seu Sorriso para ser Feliz"
Charles Chaplin 


"Esqueça dos seus problemas po rum instante e sorria! "

"As rugas do seu sorriso, nunca deveriam ser retiradas pela cirurgia, marcas do afeto têm mais valor do que o vazio de uma falsa juventude." Pan Brown 








 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Vidas Partidas


 

Vidas Partidas

Não apenas isso, mas todos os pedaços partidos e espalhados do Universo – pessoas e coisas, animais e átomos – são devidamente consertados e colocados no lugar em vibrante harmonia, tudo por causa de Sua morte, de Seu sangue derramado na cruz. Colossenses 1:19, 20, The Message

Essa passagem maravilhosa, tão bem colocada na linguagem contemporânea por Eugene Peterson, nos revela dois grandes fatos. Quase todo mundo concordará com o primeiro; poucos conhecem e vivenciam a realidade do segundo.

O primeiro fato: o Universo está partido. As vidas estão partidas. Minha vida está partida. A natureza está partida. Tudo está partido.

Alguém questiona esse fato? Ninguém. Mal podemos imaginar, mas apenas há um século a grande maioria das pessoas pensava justamente o contrário. Motivadas pelo surgimento do Iluminismo no século 18, estimuladas pela teoria de Darwin, as pessoas se encheram de grande otimismo quanto ao futuro.

O mundo estava ficando cada vez melhor, rumo à utopia. A natureza humana podia ser aperfeiçoada; a disseminação do conhecimento através da educação promoveria a era dourada livre de guerras, problemas sociais, ignorância e superstição.

O início do século 18 presenciou o lançamento de um novo jornal. Imbuído do otimismo predominante, seus fundadores, olhando para o futuro, o chamaram The Christian Century [O Século Cristão].

Cem anos mais tarde, o nome parecia impróprio. O período em que se travaram duas terríveis guerras mundiais, de Adolf Hitler e Idi Amin, em que foi construído o Muro de Berlim e criados os campos de concentração, em que foram lançadas bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki – seria esse o século cristão? Que farsa! Vimos o mal se desmascarar como nunca antes na história humana. Vivemos a realidade da ação demoníaca na conduta humana.

Agora, o segundo fato: Cristo é Aquele que conserta vidas partidas, pedaços partidos. Ele é o Grande Médico. Ele restaura as pessoas. Ele coloca os pedaços partidos e espalhados em seu devido lugar no Universo. Do caos, Ele faz surgir ordem, assim como fez na criação. Da discórdia, Ele faz surgir vibrante harmonia.

Sempre que uma vida partida encontra cura e restauração em Jesus, o reino de Deus é estabelecido. Aconteceu assim na época em que Ele esteve na Terra. E ainda acontece. Permita que isso aconteça em sua vida hoje!

FONTE:  http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2012/frmd2012.html